Comprou a carteira. Agora tem de a integrar.
Se está a crescer por aquisição, o risco não está no preço que pagou — está nos meses seguintes. Cada carteira chega num sistema diferente, com ficheiros diferentes, e as renovações não esperam pela migração. A Amparo lê os ficheiros que a mediadora adquirida lhe entrega, seja em que formato for, e marca cada apólice com a aquisição de que veio — para que possa responder, dois anos depois, se aquele negócio compensou.
Se isto lhe soa familiar
- Cada mediadora que compra usa um sistema diferente — ou uma folha de cálculo.
- A migração leva meses e as renovações continuam a vencer durante esse tempo.
- Ninguém sabe dizer como está a performar a carteira comprada há dois anos.
- As comissões dos mediadores da empresa adquirida foram negociadas caso a caso.
O que a Amparo faz neste caso
A carteira adquirida chega como chegar — PDF, CSV, um export de um sistema antigo. É lida, não convertida à mão. Cada linha guarda o que estava escrito e o grau de confiança da leitura, para que alguém possa verificar antes de confiar.
Cada apólice sabe de que aquisição veio. A carteira pode ser analisada por origem — prémio, comissão, sinistralidade, retenção — sem cruzar folhas à mão. Isto tem de ser marcado na importação: depois de as apólices serem editadas, já não é recuperável.
Assim que as apólices entram, as datas de fim entram com elas. As renovações aparecem por urgência, com o prémio em risco, incluindo as apólices suspensas — que continuam a vencer e são as que mais facilmente se perdem.
Os mediadores adquiridos mantêm as suas percentagens. O reparto é em cascata pela cadeia real, com override por agente, e não uma percentagem global aplicada a todos.
Como corre
- 01Recebe os ficheiros
O que a mediadora adquirida tiver. Não há um formato a exigir nem um conversor a construir.
- 02Lê e marca a origem
As apólices, os clientes e as condições são extraídos e marcados com a aquisição.
- 03Revê o que não é claro
As linhas com confiança baixa vão para revisão. Nada entra na carteira como facto sem ter sido visto.
- 04Trabalha as renovações
A lista de vencimentos está pronta antes de a migração estar completa.
O que a Amparo não faz por si
- A importação de carteiras adquiridas está no roteiro, não construída — hoje a leitura funciona para extratos e a ferramenta de migração dedicada ainda não existe.
- Não fazemos due diligence nem valorização de carteira para efeitos de negociação.
- Não há integração com o sistema da mediadora adquirida; trabalhamos a partir dos ficheiros que ela exportar.
Dizemos isto na página do produto porque descobri-lo na terceira reunião é pior para os dois.
Perguntas
Depende do estado dos ficheiros, e não vamos inventar um número que ainda não medimos com um cliente. O que podemos dizer é o que substituímos: não há um conector a construir por cada sistema de origem, porque o ficheiro é lido em vez de mapeado. A revisão humana das linhas duvidosas continua a ser trabalho, e é onde o tempo vai.
Traga um mês de extratos. Comparamos com o seu sistema.
Se não encontrarmos diferenças que justifiquem o custo, ficou a saber isso numa semana — e não gastou um projeto para descobrir.