Prémios altos, condições negociadas, nada de padrão.
Crédito e caução, acidentes de trabalho, benefícios a colaboradores: cada um comporta-se de forma diferente e nenhum encaixa no molde do automóvel. Um acidentes de trabalho regulariza-se pela massa salarial no fim do ano; uma caução tem beneficiário e prazo de garantia; um plano de saúde tem mais trabalho na gestão de aderentes do que na apólice. A Amparo trata o ramo como configuração, não como excepção.
Se isto lhe soa familiar
- O sistema actual só tem campos genéricos, e o resto vai para observações.
- As taxas de comissão são negociadas apólice a apólice, fora de qualquer banda.
- Uma regularização de acidentes de trabalho no fim do ano descobre-se tarde.
- Os departamentos especializados crescem mais depressa do que o sistema acompanha.
O que a Amparo faz neste caso
Sete ramos, cada um com os seus campos: beneficiário e limite de crédito numa caução; massa salarial e CAE num acidentes de trabalho; capital e beneficiários num vida. Acrescentar um ramo é acrescentar configuração, não escrever um ecrã novo.
Cada ramo tem uma banda indicativa de mercado. Uma taxa fora da banda é sinalizada para revisão, nunca bloqueada — condições negociadas ficam legitimamente fora da banda, e um sistema que as recusa é um sistema que se contorna.
Automóvel e acidentes de trabalho têm; vida e crédito não. O prémio decomposto reflecte isso, e a base comissionável não inclui o que é cobrado por conta do Estado.
A carteira mostra a percentagem que está numa só seguradora. Num ramo especializado com poucos participantes no mercado, essa dependência é um argumento de negociação — e vale a pena saber o número antes da reunião.
Como corre
- 01Escolhe o ramo
Os campos mudam com ele, e a nota operacional explica o que é diferente.
- 02Registra as condições reais
Com a taxa negociada, mesmo fora da banda típica — sinalizada, não recusada.
- 03Segue os recibos
Com a base comissionável certa para o ramo, e os encargos onde existem.
- 04Analisa por ramo
Prémio, comissão e concentração, cortados por ramo, seguradora e mediador.
Ramo especializado, prémios altos, condições negociadas caso a caso.
Obrigatório e regularizável: o prémio final depende da massa salarial declarada no fim do ano.
Cresce por benefícios a colaboradores. A gestão de aderentes é mais trabalho que a apólice.
Muitas vezes exigida por contrato ou ordem profissional — o cliente compra por obrigação.
O que a Amparo não faz por si
- Resseguro e co-seguro não estão modelados.
- A gestão individual de aderentes em planos de saúde não está construída.
- O cálculo automático de regularizações de acidentes de trabalho está no roteiro.
- Não há lógica actuarial para vida nem pensões.
Dizemos isto na página do produto porque descobri-lo na terceira reunião é pior para os dois.
Perguntas
Sim, e é intencionalmente barato: os ramos são uma tabela de configuração que define campos, etiquetas, banda de comissão e se há encargos parafiscais. Acrescentar um não implica escrever ecrãs novos.
Traga um mês de extratos. Comparamos com o seu sistema.
Se não encontrarmos diferenças que justifiquem o custo, ficou a saber isso numa semana — e não gastou um projeto para descobrir.